sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Pastores candidatos estão impedidos de pregar e liderar igrejas durante o período eleitoral, alerta juiz

Pastores candidatos não podem liderar rebanho ou pregar em igrejas durante o período das eleições. A recomendação, com base na Lei Eleitoral, foi feita na tarde desta quinta-feira pelo juiz Leandro Leri Gross, da 1ª Zona Eleitoral, em entrevista ao programa O Povo no Rádio, da RBN, apresentado por Williams França.
De acordo com o magistrado, qualquer padre ou pastor que é candidato deve se desligar de suas funções eclesiásticas durante o período eleitoral. Caso isso não ocorra, ele pode ter seu registro de candidatura cassado e até perder o mandato após eleito. “Em todas as esferas tem que ter a desincompatibilização. Os líderes religiosos eles não podem mais. Ele tem que parar de exercer a sua manifestação já que ele pode usar aquele seu mecanismo religioso para atingir seus eleitores e isso se tiver acontecendo de alguma forma a população deve procurar a Justiça Eleitoral e denunciar isso porque ode abrir uma investigação eleitoral e isso mesmo afetar até o registro de candidatura dele chegando a impedir ele mesmo que eleito venha a tomar posse. Se isso está acontecendo deve ser denunciado”, diz Leandro Leri Gross.
Na entrevista, o juiz eleitoral alertou para práticas irregulares de propaganda, como em espaços públicos e acrescentou que é proibido ao servidor público seja ele efetivo ou detentor cargo comissionado fazer campanha em horário expediente.
“Fora do expediente, após o expediente ao finais de semana ou em feriados ele está livre. Só não pode em horário de trabalho”, alertou.
O juiz da 1ª Zona Eleitoral disponibilizou o telefone 99311121 para que o eleitor formalize sua denúncia.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Investigada pelo MP, esposa de prefeito pede demissão do cargo e promotor pede proteção à Policia Federal

É cada vez mais tenso o clima no município de Acrelândia, cidade situada a cerca de 100 km da capital. Segundo informações, a primeira dama do município, Renata Martins, pediu exoneração na manhã de hoje (20), do cargo de secretária de Ação Social. O pedido ocorreu depois que o Ministério Público Estadual passou a investigar uma compra de ar-condicionado sem licitação na secretaria que ela responde.
Embora a informação do pedido de exoneração do cargo de Renata Martins não tenha sido oficializada pelo prefeito, a notícia se espalhou pela cidade e pelas redes sociais. Renata não foi à secretaria de ação social durante toda manha e ninguém está autorizado a falar sobre esse assunto, nem mesmo suas assessoras.
O promotor de Justiça da cidade, Teotônio Rodrigues, pediu proteção da Policia Federal para continuar investigando supostas irregularidades na aplicação de recursos da educação na gestão do atual prefeito Jonas Dalles e agora, na varredura que deverá fazer na pasta comandada pela primeira dama do município. Um carro e agentes da Policia Federal fazem plantão em frente o prédio do Ministério Público.
Com relação à compra de ar-condicionado sem licitação para a secretaria de Ação Social, há suspeitas de duplo pagamento às empresas Moveis Gazin e Mais Empreendimentos, no valor de R$ 8 mil. Em entrevista a Rádio local, o prefeito Jonas Dalles disse que não sabe de nada.
Como o ac24horas adiantou, outros procedimentos investigatórios estão em andamento no município, ligados aos gastos de recursos do Fundeb. Sindicalistas e conselheiros denunciaram que estão sendo ameaçados.
Jonas Dalles se elegeu pelo DEM e migrou depois de eleito para o grupo político comandado pelo governador Sebastião Viana.
O OUTRO LADO:
O prefeito Jonas Dalles não falou com a reportagem. Depois de conseguir contato com sua assessoria, através do telefone 3235 1173, ele informou a impossibilidade de conceder entrevista devido a uma reunião que fazia com o setor de planejamento. Até a edição desta matéria não retornou à ligação.
Renata Martins não atendeu as chamadas originadas a partir das 10h31 para o seu telefone celular. Na secretaria de Ação Social, ninguém está autorizada a falar sobre o assunto.

Por segurança, promotor tem proteção da PF

Em Acrelândia, novas denúncias devem ser formalizadas pelo MP
Acrelândia, distante 100 quilômetros de Rio Branco, volta a viver outro clima de guerra política e denúncias de desvios de recursos públicos. A situação está tão grave que o promotor de Justiça da cidade pediu proteção à Polícia Federal, que também ajuda a investigar os crimes de improbidade administrativa praticados no município.
A última vez que a cidade enfrentou esse clima de denúncia envolvendo o Legislativo e o Executivo, o presidente da Câmara, o vereador Fernando José da Costa, o “Pinté”, foi assassinado quando chegava em casa em primeiro de maio de 2010.
O mandante do crime foi o então prefeito da cidade, Carlinhos Araújo, condenado a mais de 16 anos de prisão pela morte de “Pinté”. O vereador foi morto depois que ameaçou denunciar desvios de recursos da educação.
Agora os atores dessas novas denúncias são: o atual prefeito Jonas Costa, ou “Jonas da Farmácia”, como é conhecido, e seu ex-aliado, o vereador Ariston de Souza (DEM). O parlamentar acusa o prefeito de vários atos de improbidade administrativa com desvio de recursos.
A Câmara ainda planejou, no mês passado, criar uma CPÌ para investigar as contas da Prefeitura de Acrelândia, mas como o prefeito tem quase todos os vereadores do seu lado, a CPI não passou apenas uma pretensão do vereador Ariston.
O vereador pedia a investigação para saber porque os servidores da educação estavam com os salários atrasados, já que a prefeitura recebe em dias os recursos do Fundeb. O prefeito também não estava pagando os fornecedores, os veículos locados e o pessoal terceirizado.
Mas, a principal denúncia vem da secretaria a Ação Social, cuja secretária é a esposa do prefeito Jonas.
Uma nota fiscal da loja Gazin do dia 28 de março foram comprados três ar condicionados. Acontece que não existe a licitação para a compra dos equipamentos que estão instalados na sede da secretaria.
Quando a loja Gazin começou a cobrar pelos aparelhos, a prefeitura então apresentou outra nota fiscal da empresa Mais Empreendimentos, acompanhada de empenho e o comprovante de pagamento. E, o mais entranho, a Gazin também recebeu pelos equipamentos como mostra um comprovante de depósito no valor de R$ 8 mil.
Ao que tudo indica, a empresa Mais Empreedimentos pode ter coberto a dívida com a Gazin, para livrar a Prefeitura de Acrelândia de problemas.
“Estas provas são robustas e mostram claramente que a prefeitura está fazendo coisa errada. Infelizmente nossos vereadores não querem investigar, ainda bem que o Ministério Público vai levar o caso para frente”, completou.
Prefeito desconhece compra
Procurado, o prefeito Jonas da Farmácia confirmou os atrasos nos pagamentos da prefeitura. Explicou que está faltando dinheiro no caixa por causa dos bloqueios mensais do fundo de participação do município. “Este ano, Acrelância já perdeu mais de R$ 600 mil. Por isso, atrasamos um pouco, mas estamos revolvendo todos os problemas aos poucos”, explicou.
Já quanto à compra dos aparelhos de ar condicionado, Jonas mostrou o processo da compra com a Mais Empreendimentos, e desconhece a nota fiscal e o pagamento à loja Gazin. “Está acontecendo algum equívoco da loja. Não compramos nada por lá, isso eu garanto”, reforçou o prefeito.
O vereador que denuncia diz ter medo de as denúncias trazerem para si algum ato de violência. “Meus amigos e familiares me alertaram, mandaram eu tomar cuidado, mas, alguém tem que fazer alguma coisa, não podemos deixar as coisas como estão”, relatou o vereador.
O prefeito, por outro lado, garante que o parlamentar está exagerando. “Ainda não chegamos a esse ponto. Sou um gestor e resolvo as coisas pelas vias legais”.
A situação pode ficar mais complicada para o prefeito de Acrelândia nos próximos dias. A denúncia dos ar condicionados levou o Ministério Público a investigar outras contas da prefeitura que apontam indícios de irregularidades.
O promotor da cidade, que não permitiu entrevista, está recebendo proteção da Polícia Federal. Uma viatura fica em frente ao prédio do Ministério Público todos os dias. As apurações podem apontar outros acusados, além do prefeito.
O Ministério Público vai buscar respostas porque as obras, como uma academia de saúde, está abandonada. A obra começou em agosto do ano passado e deveria ter sido entregue em dezembro do mesmo ano. Os materiais estão se estragando, a madeira rachando. Cerca de R$ 100 mil podem ficar perdidos.
Há muitos anos Acrelândia vem sofrendo com tantas denúncias que vitimaram até um vereador. Na eleição anterior para prefeito, três pessoas assumiram o cargo: o prefeito eleito Vilceu Ferreira foi cassado pela Justiça Eleitoral; o substituto, Carlinhos Araújo, foi preso acusado de assassinato. Quem terminou o mandato foi Clovis Moretti. Com essas novas denúncias, ninguém sabe como vai ficar Acrelândia.

Corrupção

Denúncias do MP apontam irregularidades em Acrelândia

Acrelândia, distante 100 quilômetros de Rio Branco, volta a viver outro clima de guerra política e denúncias de desvios de recursos públicos. A situação está tão grave que o promotor de Justiça da cidade pediu proteção à Polícia Federal, que também ajuda a investigar os crimes de improbidade administrativa praticados no município.

A última vez que a cidade enfrentou esse clima de denúncia envolvendo o Legislativo e o Executivo, o presidente da Câmara, o vereador Fernando José da Costa, o “Pinté”, foi assassinado quando chegava em casa em primeiro de maio de 2010.

O mandante do crime foi o então prefeito da cidade, Carlinhos Araújo, condenado a mais de 16 anos de prisão pela morte de “Pinté”. O vereador foi morto depois que ameaçou denunciar desvios de recursos da educação.

Agora os atores dessas novas denúncias são: o atual prefeito Jonas Costa, ou “Jonas da Farmácia”, como é conhecido, e seu ex-aliado, o vereador Ariston de Souza (DEM). O parlamentar acusa o prefeito de vários atos de improbidade administrativa com desvio de recursos.

A Câmara ainda planejou, no mês passado, criar uma CPÌ para investigar as contas da Prefeitura de Acrelândia, mas como o prefeito tem quase todos os vereadores do seu lado, a CPI não passou apenas uma pretensão do vereador Ariston.

O vereador pedia a investigação para saber porque os servidores da educação estavam com os salários atrasados, já que a prefeitura recebe em dias os recursos do Fundeb. O prefeito também não estava pagando os fornecedores, os veículos locados e o pessoal terceirizado.

Mas, a principal denúncia vem da secretaria a Ação Social, cuja secretária é a esposa do prefeito Jonas.

Uma nota fiscal da loja Gazin do dia 28 de março foram comprados três ar condicionados. Acontece que não existe a licitação para a compra dos equipamentos que estão instalados na sede da secretaria.

Quando a loja Gazin começou a cobrar pelos aparelhos, a prefeitura então apresentou outra nota fiscal da empresa Mais Empreendimentos, acompanhada de empenho e o comprovante de pagamento. E, o mais entranho, a Gazin também recebeu pelos equipamentos como mostra um comprovante de depósito no valor de R$ 8 mil.

Ao que tudo indica, a empresa Mais Empreedimentos pode ter coberto a dívida com a Gazin, para livrar a Prefeitura de Acrelândia de problemas.

“Estas provas são robustas e mostram claramente que a prefeitura está fazendo coisa errada. Infelizmente nossos vereadores não querem investigar, ainda bem que o Ministério Público vai levar o caso para frente”, completou.

Prefeito desconhece compra

Procurado, o prefeito Jonas da Farmácia confirmou os atrasos nos pagamentos da prefeitura. Explicou que está faltando dinheiro no caixa por causa dos bloqueios mensais do fundo de participação do município. “Este ano, Acrelância já perdeu mais de R$ 600 mil. Por isso, atrasamos um pouco, mas estamos revolvendo todos os problemas aos poucos”, explicou.

Já quanto à compra dos aparelhos de ar condicionado, Jonas mostrou o processo da compra com a Mais Empreendimentos, e desconhece a nota fiscal e o pagamento à loja Gazin. “Está acontecendo algum equívoco da loja. Não compramos nada por lá, isso eu garanto”, reforçou o prefeito.

O vereador que denuncia diz ter medo de as denúncias trazerem para si algum ato de violência. “Meus amigos e familiares me alertaram, mandaram eu tomar cuidado, mas, alguém tem que fazer alguma coisa, não podemos deixar as coisas como estão”, relatou o vereador.

O prefeito, por outro lado, garante que o parlamentar está exagerando. “Ainda não chegamos a esse ponto. Sou um gestor e resolvo as coisas pelas vias legais”.

A situação pode ficar mais complicada para o prefeito de Acrelândia nos próximos dias. A denúncia dos ar condicionados levou o Ministério Público a investigar outras contas da prefeitura que apontam indícios de irregularidades.

O promotor da cidade, que não permitiu entrevista, está recebendo proteção da Polícia Federal. Uma viatura fica em frente ao prédio do Ministério Público todos os dias. As apurações podem apontar outros acusados, além do prefeito.

O Ministério Público vai buscar respostas porque as obras, como uma academia de saúde, está abandonada. A obra começou em agosto do ano passado e deveria ter sido entregue em dezembro do mesmo ano. Os materiais estão se estragando, a madeira rachando. Cerca de R$ 100 mil podem ficar perdidos.

Há muitos anos Acrelândia vem sofrendo com tantas denúncias que vitimaram até um vereador. Na eleição anterior para prefeito, três pessoas assumiram o cargo: o prefeito eleito Vilceu Ferreira foi cassado pela Justiça Eleitoral; o substituto, Carlinhos Araújo, foi preso acusado de assassinato. Quem terminou o mandato foi Clovis Moretti. Com essas novas denúncias, ninguém sabe como vai ficar Acrelândia.

Foto: Corrupção
Denúncias do MP apontam irregularidades em Acrelândia

Acrelândia, distante 100 quilômetros de Rio Branco, volta a viver outro clima de guerra política e denúncias de desvios de recursos públicos. A situação está tão grave que o promotor de Justiça da cidade pediu proteção à Polícia Federal, que também ajuda a investigar os crimes de improbidade administrativa praticados no município.

A última vez que a cidade enfrentou esse clima de denúncia envolvendo o Legislativo e o Executivo, o presidente da Câmara, o vereador Fernando José da Costa, o “Pinté”, foi assassinado quando chegava em casa em primeiro de maio de 2010.

O mandante do crime foi o então prefeito da cidade, Carlinhos Araújo, condenado a mais de 16 anos de prisão pela morte de “Pinté”. O vereador foi morto depois que ameaçou denunciar desvios de recursos da educação.

Agora os atores dessas novas denúncias são: o atual prefeito Jonas Costa, ou “Jonas da Farmácia”, como é conhecido, e seu ex-aliado, o vereador Ariston de Souza (DEM). O parlamentar acusa o prefeito de vários atos de improbidade administrativa com desvio de recursos.

A Câmara ainda planejou, no mês passado, criar uma CPÌ para investigar as contas da Prefeitura de Acrelândia, mas como o prefeito tem quase todos os vereadores do seu lado, a CPI não passou apenas uma pretensão do vereador Ariston.

O vereador pedia a investigação para saber porque os servidores da educação estavam com os salários atrasados, já que a prefeitura recebe em dias os recursos do Fundeb. O prefeito também não estava pagando os fornecedores, os veículos locados e o pessoal terceirizado.

Mas, a principal denúncia vem da secretaria a Ação Social, cuja secretária é a esposa do prefeito Jonas.

Uma nota fiscal da loja Gazin do dia 28 de março foram comprados três ar condicionados. Acontece que não existe a licitação para a compra dos equipamentos que estão instalados na sede da secretaria.

Quando a loja Gazin começou a cobrar pelos aparelhos, a prefeitura então apresentou outra nota fiscal da empresa Mais Empreendimentos, acompanhada de empenho e o comprovante de pagamento. E, o mais entranho, a Gazin também recebeu pelos equipamentos como mostra um comprovante de depósito no valor de R$ 8 mil.

Ao que tudo indica, a empresa Mais Empreedimentos pode ter coberto a dívida com a Gazin, para livrar a Prefeitura de Acrelândia de problemas.

“Estas provas são robustas e mostram claramente que a prefeitura está fazendo coisa errada. Infelizmente nossos vereadores não querem investigar, ainda bem que o Ministério Público vai levar o caso para frente”, completou.

Prefeito desconhece compra

Procurado, o prefeito Jonas da Farmácia confirmou os atrasos nos pagamentos da prefeitura. Explicou que está faltando dinheiro no caixa por causa dos bloqueios mensais do fundo de participação do município. “Este ano, Acrelância já perdeu mais de R$ 600 mil. Por isso, atrasamos um pouco, mas estamos revolvendo todos os problemas aos poucos”, explicou.

Já quanto à compra dos aparelhos de ar condicionado, Jonas mostrou o processo da compra com a Mais Empreendimentos, e desconhece a nota fiscal e o pagamento à loja Gazin. “Está acontecendo algum equívoco da loja. Não compramos nada por lá, isso eu garanto”, reforçou o prefeito.

O vereador que denuncia diz ter medo de as denúncias trazerem para si algum ato de violência. “Meus amigos e familiares me alertaram, mandaram eu tomar cuidado, mas, alguém tem que fazer alguma coisa, não podemos deixar as coisas como estão”, relatou o vereador.

O prefeito, por outro lado, garante que o parlamentar está exagerando. “Ainda não chegamos a esse ponto. Sou um gestor e resolvo as coisas pelas vias legais”.

A situação pode ficar mais complicada para o prefeito de Acrelândia nos próximos dias. A denúncia dos ar condicionados levou o Ministério Público a investigar outras contas da prefeitura que apontam indícios de irregularidades.

O promotor da cidade, que não permitiu entrevista, está recebendo proteção da Polícia Federal. Uma viatura fica em frente ao prédio do Ministério Público todos os dias. As apurações podem apontar outros acusados, além do prefeito.

O Ministério Público vai buscar respostas porque as obras, como uma academia de saúde, está abandonada. A obra começou em agosto do ano passado e deveria ter sido entregue em dezembro do mesmo ano. Os materiais estão se estragando, a madeira rachando. Cerca de R$ 100 mil podem ficar perdidos.

Há muitos anos Acrelândia vem sofrendo com tantas denúncias que vitimaram até um vereador. Na eleição anterior para prefeito, três pessoas assumiram o cargo: o prefeito eleito Vilceu Ferreira foi cassado pela Justiça Eleitoral; o substituto, Carlinhos Araújo, foi preso acusado de assassinato. Quem terminou o mandato foi Clovis Moretti. Com essas novas denúncias, ninguém sabe como vai ficar Acrelândia.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Bujica reencontra ex-companheiros Djair e Válber em jogo master no Acre

Jogadores que atuaram juntos pelo Botafogo no início da década de 90 voltam a
vestir a mesma camisa, mas por uma equipe do Acre: "Um pouco mais lentos

Djair, Beto, Bujica e Válber se reencontram em jogo master no Acre (Foto: Reprodução/Facebook)Djair, Beto, Bujica e Válber se reencontram em jogo master no Acre (Foto: Reprodução/Facebook)
Parte do Botafogo de 1991 e 1992 se reencontrou neste fim de semana, em Rio Branco, capital do Acre. Convidados para um jogo master, Djair e Válber voltaram a atuar ao lado do ex-atacante Bujica pela OAB-AC. A partida, válida pela Copa Master de Futebol, foi disputada na última sexta, na Arena da Floresta, e contou com outro ex-jogador do Botafogo: Beto, campeão brasileiro pelo clube em 1995.
Dentro das quatro linhas, os veteranos ajudaram na goleada por 7 a 1 em cima da equipe da Família Moreira. Djair fez um golaço, e Beto marcou três vezes. Um encontro para reviver o passado.
– Foi muito bom rever os amigos da época do Botafogo. Repetimos algumas jogadas, um pouco mais lentos (risos). Mas consegui reviver alguns momentos marcantes, principalmente com o Djair, que foi um grande companheiro – comentou Bujica, que mora na capital acreana, ao GloboEsporte.com.
A partida contou com a presença dos ex-jogadores Beto, Djair e Válber, que marcaram época na década de 90 em clubes como Botafogo, Flamengo, Vasco, São Paulo e Fluminense. Eles defendem a equipe da OAB-AC na Copa Master, competição estadual que reúne 28 times e é organizada pela Secretaria Adjunta de Esporte.

O PT mentiu no dia que fez Bocalom chorar

Decisão judicial que inocenta candidato revela armação de adversários às vésperas das eleições em 2012
Em 2012, o professor Tião Bocalom, à época candidato a prefeito de Rio Branco, tinha razão quando disse: “eu jamais agredi alguém”. O comentário foi feito aos prantos, em coletiva à imprensa, horas após o Partido dos Trabalhadores explorar afirmações que a justiça considerou “inverídicas” de um cidadão no Programa Eleitoral do então candidato Marcus Alexandre.
Prova disso, é que em decisão judicial, José Aparecido dos Santos, vulgo “Zezão do Chapéu”, foi condenado a pagar R$ 4 mil reais de indenização a Bocalom. Ele disse, no horário político do PT, na televisão, que havia sido espancado por Bocalom ao pedir um remédio, quando o candidato era prefeito de Acrelândia.
Em sua sentença, datada de 12 deste mês, a juíza Maria Rosineide dos Reis Silva disse estranhar que a denúncia tenha sido apresentada somente em 2012, justamente num horário político-partidário, por ocasião das eleições, sendo que a suposta agressão teria ocorrido em 1996, desacompanhada de boletim de ocorrência policial.
A juíza prossegue: “as testemunhas apresentadas pelo reclamante e pelo reclamado afirmaram não ter havido agressão”, escreveu a magistrada Maria Rosineide dos Reis na sentença.
PT Mente 700_2
As acusações falsas usada pelo Marketing do PT sem dar direito de defesa ao então candidato Bocalom, foi ao ar no último programa eleitoral do candidato Marcus Alexandre, que dias depois tornou-se prefeito da capital do Acre.
Um direito de resposta, solicitado judicialmente às vésperas da votação, foi negado pelo juiz da propaganda em 2012. Trinta inserções do programa eleitoral de Bocalom foram retiradas do ar àquela época em menos de duas semanas.
A juíza ensina, ainda, que “a difamação, consumação do ilícito, para se configurar, basta que chegue ao conhecimento de apenas uma pessoa”.
“Bocalom teve o seu direito de resposta negado, via de consequência, não pôde esclarecer a verdade à população rio-branquense. Foi uma das maiores aberrações jurídicas que já vi”, disse neste domingo o advogado Roberto Duarte, responsável pela ação que, segundo ele, “fez justiça antes tarde do que nunca”. Hoje, Duarte é candidato ao senado na mesma chapa de Bocalom.
Duarte lembra que “muitos eleitores, já na reta final do processo eleitoral, acabaram sendo induzidos a anular o voto ou votar em outro candidato, por conta das inverdades expostas no programa eleitoral do Partido dos Trabalhadores”.
José Brandão Maia, “vulgo Brandão” à época dirigente do próprio PT de Acrelândia e amigo de José Aparecido, também foi condenado a pagar indenização no mesmo valor (R$ 4 mil). “José não tinha provas, mas aceitou ir à imprensa e falar de algo que não tinha conhecimento”, diz a sentença.
PT MENTE Bocalom_700

Campanhas avaliam como favorável primeira pesquisa com Marina

Representantes das campanhas eleitorais para presidente de PT, PSB e PSDB avaliaram como favorável a pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (18) que inclui como candidata do PSB a ex-senadora Marina Silva, no lugar de Eduardo Campos, morto em acidente aéreo.
Segundo a pesquisa, Dilma (PT), candidata à reeleição, tem 36% das intenções de voto; Marina Silva (PSB), 21%; e Aécio Neves (PSDB), 20%. O PSB deve anunciar oficialmente na quarta-feira (20) a de candidatura de Marina Silva.
Para o deputado José Guimarães (CE), um dos vice-presidentes do PT, a pesquisa é "muito positiva". O presidente do PSB, Roberto Amaral, afirmou que não decide em função de pesquisa, mas disse que o levantamento do Datafolha manteve a "mesma esperança". De acordo com o presidenciável tucano Aécio Neves, agora há "certeza" de que haverá segundo turno (leia abaixo para mais informações).Representantes das campanhas eleitorais para presidente de PT, PSB e PSDB avaliaram como favorável a pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (18) que inclui como candidata do PSB a ex-senadora Marina Silva, no lugar de Eduardo Campos, morto em acidente aéreo.
Segundo a pesquisa, Dilma (PT), candidata à reeleição, tem 36% das intenções de voto; Marina Silva (PSB), 21%; e Aécio Neves (PSDB), 20%. O PSB deve anunciar oficialmente na quarta-feira (20) a de candidatura de Marina Silva.
Para o deputado José Guimarães (CE), um dos vice-presidentes do PT, a pesquisa é "muito positiva". O presidente do PSB, Roberto Amaral, afirmou que não decide em função de pesquisa, mas disse que o levantamento do Datafolha manteve a "mesma esperança". De acordo com o presidenciável tucano Aécio Neves, agora há "certeza" de que haverá segundo turno (leia abaixo para mais informações).
PT
O vice-presidente do PT, deputado José Guimarães, afirmou que a avaliação geral  do partido sobre a pesquisa é “muito positiva”. Para Guimarães, o fato de a pesquisa ter sido feita antes do enterro de Eduardo Campos pode ter gerado “comoção” nos eleitores a favor de Marina Silva.

“Acho que depois de tudo que foi feito com uma campanha aberta e ostensiva contra a presidenta Dilma, ela resistir e ficar com 36% é uma grande vitória […] Nós estamos seguros, afinal, a campanha na TV ainda nem começou. Estamos de bem com a vida com a campanha da Dilma”, afirmou.
Guimarães ainda criticou o fato de a pesquisa ter sido feita nos últimso dias 14 e 15, antes de Eduardo Campos ter sido sepultado. "E não é razoável fazer uma pesquisa antes do Eduardo ter sido enterrado, nunca vi isso”, concluiu.
O líder do PT no Senado, Humberto Costa, disse também classificou a pesquisa como positiva e afirmou que ainda é cedo para se pensar em segundo turno porque Marina Silva e Aécio Neves estão tecnicamente empatados. Para Costa, a morte de Eduardo Campos pode ter influenciado “um pouco” o resultado da pesquisa, mas, na avaliação dele, não deverá determinar o resultado das eleições.
“Eu já vinha defendendo há algum certo tempo que – se chegássemos ao início das campanhas de rádio de TV que se iniciarão agora nessa situação, de estabilidade – isso seria muito positivo para a campanha da presidenta e eu estou com essa perspectiva, de que a situação é estável. A avaliação da pesquisa é positiva”, disse Costa ao G1.
Para o líder do PT no Senado,  é “muito cedo” para se pensar sem segundo turno. Na avaliação do senador, Dilma Rousseff terá condição de “vencer bem” as eleições,  independente do adversário. "Naturalmente, se eu fosse tucano, hoje eu estaria um pouco mais preocupado, porque a gente não sabe qual vai ser o comportamento do eleitorado. Mas acredito que qualquer um que vá para o segundo turno com a presidenta Dilma nós temos condições de vencer, e vencer bem", concluiu.
PSB
O presidente em exercício do PSB, Roberto Amaral, disse que o partido não tomará decisões "em função de pesquisas" e que mantém com Marina Silva "a mesma esperança" que tinha com Eduardo Campos.
"Nós não tomamos decisões em função de pesquisas. Respeito muito os institutos, mas tomamos decisões e escolhemos nossos candidatos em função de seus perfis e seus compromissos [...] Número é número e o que tínhamos há pouco, antes da tragédia, eram números diferentes destes e tínhamos a mesma esperança que temos hoje", disse Amaral.
O presidente do PSB falou ao chegar em casa de eventos no centro do Recife para reunião convocada por Renata Campos, viúva de Campos, com a militância do partido.
Integrante da executiva nacional do PSB, o deputado Júlio Delgado (MG) disse que o desempenho de Marina Silva na primeira pesquisa como candidata a presidente ficou até acima de sua estimativa mais otimista. Ele disse que acreditava que a ex-senadora obteria entre 15% e 20% no Datafolha
"O segundo turno se definirá nos próximos 15 dias. Se acertarmos no nome do vice, temos a possibilidade de caminhar para o segundo turno", opinou Delgado.
PSDB
Na avaliação do candidato tucano, Aécio Neves, que nesta manhã visitou uma Unidade de Polícia Pacificadora no Rio de Janeiro, a comoção com a morte de Campos causou impacto na. pesquisa. De acordo com o candidato, a única certeza que se conclui do levantamento é que haverá segundo turno.  
"A verdade é que há um grande clima de comoção nesta semana, e isso se reflete nas pesquisas. Só se tem uma certeza a partir dos últimos números: haverá segundo turno ", avalia Aécio Neves. Ele disse ainda que a estratégia do partido para o horário eleitoral gratuito, que começa nesta terça-feira (19), não será modificada com a entrada de Marina na disputa.
Para o candidato a vice na chapa de Aécio, o senador Aloysio Nunes Ferreira, fica agora a "certeza absoluta" do segundo turno. "Nossa candidatura é absolutamente consolidada. Podemos ver que, apesar de ter ficado  ausente nos últimos dias, o Aécio se manteve com o mesmo percentual, o que nos mostra coisas boas. Veja a presidente Dilma, que está em  campanha há três anos, e tem 36% dos votos. Isto significa que 64% da  população brasileira não quer a renovação de seu mandato e quer buscar algo diferente", disse.
Ele classificou como "absolutamente esperado" o crescimento da candidatura do PSB, agora com a ex-senadora Marina Silva. "Apesar  de sempre considerarmos que o Eduardo Campos cresceria nas pesquisas – ele iria crescer, era uma tendência –, é evidente que a Marina é uma  pessoa muito mais conhecida que o Eduardo e até mesmo que o Aécio. Ela  tem experiência em outra eleição para presidente – o que o Aécio não  tem –, na qual teve uma votação expressiva. Agora, tendo estado em plena evidência nesta tragédia, [o crescimento] era algo muito esperado", avaliou o senador, para quem "não muda nada" na campanha.
Datafolha - 18.8 (Foto: Arte/G1)